Concordo com a senhora comentarista do andar de baixo, pelo que faço minhas as frases dela, isto é se me for concedido o seu beneplácito.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
As sarnas e os barões todos inchados
I
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se de quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas.
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano.
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
IV
E vós, ninfas de Couce onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se de quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas.
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano.
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
IV
E vós, ninfas de Couce onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
ANTES DA POSSE
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA, linha a linha
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA, linha a linha
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Memórias...do Trolei
Proveniente da Adega Azul em S. Pedro da Cova, a carreira 11 servia o transporte colectivo em direcção ao Porto, até ao Bolhão. Levava-me para todo o lado, à baixa, ao cinema, às aulas, à praia(...), e eu que sempre viajava com cara de sono. Chegava quase sempre apinhado de caretas mal-humoradas a caminho dos empregos. A entrada fazia-se pela porta traseira do veículo, directo à “cozinha”, que se atropelava na ânsia de apanhar um lugar vago. Ninguém escapava ao “pica” que, entalado no seu cubículo apertado, conferia o passe ou obliterava os bilhetes. Eu subia sempre as escadas para o piso superior e ali, se houvesse lugar vago nos bancos da 1ª fila, sentia-me um privilegiado, mas a única vantagem era psicológica. O troleicarro andava sempre lento e muito atrasado, mas mesmo assim eu julgava triunfar sobre o tempo perdido. Talvez espiar os outros passageiros, nomeadamente as raparigas bonitas e transeuntes fosse a melhor das distracções. Ainda que fosse difícil alcançar as raias do tédio, com uma vista panorâmica sobre o reboliço urbano não era difícil para o comum passageiro, como eu, dormitar até babar! Refastelado nos desconfortáveis assentos de napa vermelha, eu observava o deslizar passivo do pachorrento veículo, preso aos cabos eléctricos seguros pelos suspensórios.
Estes amigos do ambiente transportavam passageiros carregados de compras da Rua de Santa Catarina e do Bolhão. Neles entravam aos magotes os alunos do "Alexandre", onde eu estudava, e do “Rainha”. No Bonfim subiam os que chegavam trazidos pelo comboio até Campanhã. Na Praça das Flores um grupo de operárias encarregava-se de trazer outra animação à viajem. Em S. Roque, junto à Ponte de Rio Tinto, o solícito motorista aguardava uns minutinhos para que os passageiros fizessem o transbordo do 88. E o metálico caixote cor de laranja baloiçava o caminho todo e muitas vezes rangia, até parado… “réque-réque réque-réque”, quando as varas se soltavam dos cabos. É claro que se perdiam preciosos minutos, mas quando temos de permanecer durante um certo período com outras pessoas dentro dos transportes públicos, a nossa disposição e capacidade de observação supera qualquer monotonia. Sobretudo à noite, quando não há o que ver pela janela, as pessoas são “obrigadas” a se vasculharem. Naquele alheamento natural, a distracção óbvia do jornal, do livro, do sono e da cusquice da gente bonita. Recordando bem as faces das pessoas servidas pelo trolei das sete e meia, percebia-se que havia desconforto mas havia um notável sentimento de partilha, uma comunicação audível e sincera, onde os problemas da vida eram contados a rir e as cenas dos próximos capítulos da novela da vida surgiam com um "até amanhã se Deus quiser".
Estes amigos do ambiente transportavam passageiros carregados de compras da Rua de Santa Catarina e do Bolhão. Neles entravam aos magotes os alunos do "Alexandre", onde eu estudava, e do “Rainha”. No Bonfim subiam os que chegavam trazidos pelo comboio até Campanhã. Na Praça das Flores um grupo de operárias encarregava-se de trazer outra animação à viajem. Em S. Roque, junto à Ponte de Rio Tinto, o solícito motorista aguardava uns minutinhos para que os passageiros fizessem o transbordo do 88. E o metálico caixote cor de laranja baloiçava o caminho todo e muitas vezes rangia, até parado… “réque-réque réque-réque”, quando as varas se soltavam dos cabos. É claro que se perdiam preciosos minutos, mas quando temos de permanecer durante um certo período com outras pessoas dentro dos transportes públicos, a nossa disposição e capacidade de observação supera qualquer monotonia. Sobretudo à noite, quando não há o que ver pela janela, as pessoas são “obrigadas” a se vasculharem. Naquele alheamento natural, a distracção óbvia do jornal, do livro, do sono e da cusquice da gente bonita. Recordando bem as faces das pessoas servidas pelo trolei das sete e meia, percebia-se que havia desconforto mas havia um notável sentimento de partilha, uma comunicação audível e sincera, onde os problemas da vida eram contados a rir e as cenas dos próximos capítulos da novela da vida surgiam com um "até amanhã se Deus quiser".Este texto que me fez ir ao baú das minhas recordações consta da cartilha das memórias do Quim Tóne que muito gentilmente mo cedeu para o publicar.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Para não irmos ao fundo de vez, escolha-se a bandeira do novo reino, só o Reino Anarka da Maria Da Fonte ou a Réspública Anarkika de Couce nos podem salvar, nem mesmo o Núé
Viva a Maria da Fonte
Com as pistolas na mão
Para matar os CABRÕES !
Que são falsos à Nação.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/iva-impostos-oe-orcamento-funcao-publica-governo/1195142-1730.html
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/salarios-funcao-publica-oe-governo-orcamento-despesa/1195139-1730.html
Com as pistolas na mão
Para matar os CABRÕES !
Que são falsos à Nação.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/iva-impostos-oe-orcamento-funcao-publica-governo/1195142-1730.html
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/salarios-funcao-publica-oe-governo-orcamento-despesa/1195139-1730.html
- (Por acaso até tenho um amigo chamado Noé, e sei que tem uma Arca).
- Adeus Portugal, está mais que provado que já não há solução possível!
- Vamos inventar outro tipo de regime, ou colocamos o país à venda?
- Até pode ser que, sei lá, os coreanos estejam interessados!...
- Morra Portugal, viva outra coisa qualquer!
sábado, 11 de setembro de 2010
O azeiteiro e o burro
Dois estudantes encontraram, numa estrada, um azeiteiro com um burro carregado de bilhas de azeite. Os estudantes estavam sem dinheiro; por isso, decidiram roubar o animal. Enquanto o pobre homem seguia o seu caminho, um deles tirou a cabeçada do burro e colocou-a no pescoço. O outro estudante fugiu com o animal e a carga. De repente, o azeiteiro olhou para trás e viu um rapaz em vez do burro.
Nesse momento, o estudante exclamou: «Ah! senhor, quanto lhe agradeço ter-me dado uma pancada na cabeça! Quebrou-me o encanto que durante tantos anos me fez ser burro!...» O azeiteiro tirou o chapéu e disse-lhe: «Afinal, o meu burro estava enfeitiçado! Perdi o meu ganha-pão! Peço-lhe muitos perdões por tê-lo maltratado tanta vez - mas que quer? - o senhor era muito teimoso!»
- Está perdoado, bom homem! - disse o estudante. O que lhe peço é que me deixe em paz.
O pobre azeiteiro lamentou-se porque já não podia vender o azeite. Então, foi pedir dinheiro a um compadre para ir à feira comprar outro burro. Quando lá chegou, viu um estudante a vender o seu burro. O azeiteiro pensou que o rapaz se tinha transformado, outra vez, num animal! Aproximou-se do burro e gritou com toda a força: «Olhe, senhor burro, quem o não conhecer que o compre».
(adaptado)
Conto Tradicional Português
Nesse momento, o estudante exclamou: «Ah! senhor, quanto lhe agradeço ter-me dado uma pancada na cabeça! Quebrou-me o encanto que durante tantos anos me fez ser burro!...» O azeiteiro tirou o chapéu e disse-lhe: «Afinal, o meu burro estava enfeitiçado! Perdi o meu ganha-pão! Peço-lhe muitos perdões por tê-lo maltratado tanta vez - mas que quer? - o senhor era muito teimoso!»
- Está perdoado, bom homem! - disse o estudante. O que lhe peço é que me deixe em paz.
O pobre azeiteiro lamentou-se porque já não podia vender o azeite. Então, foi pedir dinheiro a um compadre para ir à feira comprar outro burro. Quando lá chegou, viu um estudante a vender o seu burro. O azeiteiro pensou que o rapaz se tinha transformado, outra vez, num animal! Aproximou-se do burro e gritou com toda a força: «Olhe, senhor burro, quem o não conhecer que o compre».
(adaptado)
Conto Tradicional Português
terça-feira, 20 de julho de 2010
THE TÓNE STORY In a Origem e Afundasão da Lapadócia
Há muitos, muitos anos, nas montanhas entre Pacóvia e Bardamécia e Courátia, na zona do Couceózoico, banhado pelo Oceano Tólãntico, uma tribo de pastores vivia a apascentar ovelhas. Eram pobres, sujos, ordinários, mas muito simpáticos e hospitaleiros. Certo dia, Nobres Templários, que cruzavam o seu território, pediram autorização de pernoita, propondo-se pagar bem por alimentos, uma cama e um tecto. As ovelhas seriam à parte. Jetéme de Mua-Nonplus, era capitão de uma escolta importante. O líder dos pastores deu guarida aos Templários na melhor tradição da tribo, para que repousassem um noite, confortávelmente. Os cavaleiros transportavam um enorme Baú cheio de cadeados e correntes. Os pastores, intrigados, tentaram perceber a que se devia tamanho contentor e segurança. Os Templários apenas respondiam: "São coisas de Fé, amigo"
Nessa noite, um dos pastores, a quem se atribui a invenção da gazua, não descansou enquanto não abriu o cadeado.
No dia seguinte, os Templários, acordaram na mais profunda paz que as montanhas podem oferecer. A clepsidra fora desligada e dormiram um pesado sono. Note-se que os Templários dormiam com as cotas de malha. Estranharam o silêncio. De pé, como uns lemúres, observaram a paisagem notando, a falta dos pastores das ovelhas e da carroça puxada pela mula com o cofre.
Dos Templários a historia continuou a falar....e dos pastores?! Bem, depois de terem aberto o cofre, a surpresa foi tão grande, que muitos ficaram com tiques irreverssíveis e manientos. Perante o que os seus olhos viam, nada na Bíblia servia de calmante muito menos o chá de Cidreira. Estavam a olhar para o Tesouro dos Templários. Havia ouro, muito ouro, pedras preciosas, figuras esculpidas em jade e âmbar, moedas, prata trabalhada, senhas de desconto, senhas de refeição, e até lá estava o Santo Graal. Uma enormidade de riqueza.
Montados nas ovelhas, os pastores fugiram nessa noite pelo mapa abaixo, rápidamente, sem deixar rasto.
Mais tarde, este acontecimento viria a ser conhecido não por Êxodo, mas por Lãzudo.
Passaram pela Enfúzia, seguiram para a Copofónia pelo caminho do ostrogodo Otto IkEstrada. Continuaram para a Tascózia e Adegânia e foram descendo até ao ponto mais Austral da Europa - Bejéquia.
Tinham ouvido falar, a uns mercenários da Gonorrónia, que havia um Rei que batia na Mãe, mais a Sul.
"É o que precisamos" pensaram eles.
Continuaram a viagem atravessando a península na diagonal, mas de noite, para evitar a AlQueda do Baú em mãos alheias.
Após muitos dias de viagem chegaram a uma planície ribeirinha onde se estableceram com as ovelhas e o Baú, ao que chamaram Lapadócia.... Claro, que a segurança não estava garantida. Houve que fazer artificialmente sete colinas para melhor garantir qualquer tentativa de lhes irem ao Baú.
À medida que faziam as colinas, criaram um intrincado esquema de túneis, que apenas os patronos conheciam e conduziam à câmara do Tesouro. Com as colinas construídas, precisavam de garantir a segurança da tribo. Embora tivessem treinado as ovelhas a ladrar e a saltar ao pescoço de estranhos, um exército, era bem melhor. Mas precisavam de autorização do Rei. Tinham que se tornar senhores Feudais.
Enviaram um mensageiro para pedir uma audiência com o Soberano. Este acedeu, desde que não fossem do Círculo de Leitores e não interrompessem o jantar. Depois de garantidos os pontos requeridos, rumaram a norte para se encontrarem com o Rei. Com um séquito de mais de 300 ovelhas e oferendas chegaram ao castelo senhorial.
Foram recebidos pelo bobo, conhecido por Bobo de Castelo Brinco. "despachai-vos, gentinha...o Rei nãoooo pode esperar. Credo! Detesto ovelhas e campo. Que coisa" E lá ia ele às cambalhotas pela trela de Bete de Gravestalo,a tratadora, até à sala da torre de Ménage Atruá. Assim chamada por se lavar muita roupa suja.
"Ao que vindes?" perguntou o Rei, dando um real estalo na Mãe.
"Senhor, somos pastores pobres e moramos em Lapadócia. Queríamos ser Feudalisados"
"Quereides ser Feudidos?"
"Sim, para podermos Feudar o território"
O rei pensou que era bom ser franchisado no Sul e acedeu.
Batendo com o selo real no pergaminho A4, exclamou: - "Feuda-se......os Pastores"
Já Feudados, os pastores iniciaram uma nova era Senhorial. Desceram até à sua propriedade e começaram a criar um Feudo. Castelo, tropa, agricultores, operários especializados,vagabundos, arrumadores...etc.
O tempo foi passando. Os reis foram descendo até à Ponta de Sagres . O país tomava as suas formas e as suas reformas. Os descobrimentos seguiam para Sul para tentar chegar ao Mateus da Ponte. Os antigos pastores, eram hoje influentes, poderosos e unidos. As ovelhas há muito que tinham sido abandonadas. Dedicavam-se ao mundo dos negócios.
Fiação (emprestar dinheiro a juros), Agricultura (cultura de papoilas e outros “hello, sin-ou-génios”), material de guerra, etc. Como a propriedade tinha vista para o baldio de Campo da Murta, onde haviam zaragatas monumentais com os vizinhos, ganharam bom dinheiro com as apostas criando o primeiro casino do mundo. O famoso Toril, mas por ter umas Eslavas e Brasilienses meio Místicas que tiravam os véus e dançavam a dança do ventre, passou a chamar-se XXXL -Toril.
Anos mais tarde foi alienado por um Feudo vizinho. Que em termos técnicos se dizia "Feuderam-no".
Um dos mais famosos negócios foi a compra da plantação de tabaco ao Marquês da Mata. Hoje a maior marca de tabacos do mundo. Os Tabacos "Mata".
Com os descobrimentos começaram a aparecer outras vias de negócio, especiarias, haxixe, lojas dos 300, escravatura...etc. Em todos a Lapadócia, com a sua capital, Lambóssia, se notabilizou. Sobreviveram aos Romanos, aos bárbaros, aos vikings, aos Franceses aos distribuidores de publicidade e muitos outros.
Com o passar do tempo, rodeada de Olissiponenses, mais conhecidos por "alfaçáicos", por todos os lados e sujeita a enormes pressões da Carris e dos caminhos de ferro da CP, a Lapadócia começou e desagregar-se.
O que outrora fora o centro de tudo, onde nasceu o Don José de Vicente, a Revolução Indústrial e Comercial, a Boeing, o Vinho do Porto, a sementeira de cebolo e de alforrecas, o naval de grelos das vendedeiras da feira de Gens e, atente-se até a Nasa e a Nokia começaram ali, é agora um espaço povoado de habitações sociais onde as pessoas destinam a banheira para a criação de porcos, onde muito zelosamente guardam cavalos nas varandas, e nos demais aposentos albergam galinhas e coelhos vivendo elas próprias nos compartimentos destinados às arrecadações ou às águas furtadas .
As Nobres famílias de então mudam-se para a Serra do Pilar. A capital da Lapadócia, passa a zona periférica de Couce e a Lapadócia perde todo o seu fulgor e explendor dando origem à fundasão da actual Parvónia.
E a desprepósito,...! Cadê o Tóne carago?!!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
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