Couce até aos anos 60 era o celeiro do Porto, era Couce que abastecia o Porto de pão, pois a ardósia tem qualidades ímpares para tirar a humidade do grão.
Quem não se lembra, no Porto e arredores, das famosas regueifas de Valongo. Felizmente ainda se fabricam, já não do modo artesanal, mas fabricam e ainda são boas.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, hoje as dezenas de azenhas que havia ao longo do rio couce estão todas abandonadas ou até já desapareceram completamente, resta o tasco do vicente que abre quando ele quer.
4 comentários:
Em Balongo, carago!
pois, mas esta das escadas está muito fixe
Couce até aos anos 60 era o celeiro do Porto, era Couce que abastecia o Porto de pão, pois a ardósia tem qualidades ímpares para tirar a humidade do grão.
Quem não se lembra, no Porto e arredores, das famosas regueifas de Valongo. Felizmente ainda se fabricam, já não do modo artesanal, mas fabricam e ainda são boas.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, hoje as dezenas de azenhas que havia ao longo do rio couce estão todas abandonadas ou até já desapareceram completamente, resta o tasco do vicente que abre quando ele quer.
O Vicente não abre mais o tasco quando quer!!!! Morreu...
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