segunda-feira, 13 de julho de 2009

Magdalena Kwiatkowska

QUAL SOUSA, QUAL JARDIM, QUAL PINHO, QUAL LEITE, ESTE CROMO POLACO É QUE ESTÁ A DAR! ORA GOOGLEM LÁ O NOME DA CHAVALA... (PODEM VER, POR EXEMPLO, ESTA)

Penicos...


- Eu coleciono penicos porque eu gosto. Tem quase todas as cores.. são bonitos, alegres, divertidos, com vários formatos, e um bom objeto de decoração.Não satisfeito o empresário promoveu um Desfile de Carroças enfeitadas pelos tais bispotes.No final do desfile todos acabam numa "balada de penicos", onde só entra quem tem um. E nesta festa SÓ pode beber ou comer o que estiver DENTRO do receptáculo. E olha, tinha de tudo viu. Tinha até gente tomando chimarrão no penico!Uma senhora responde à repórter, quando esta pergunta que gosto tem a cerveja que ela estava bebendo:- Ah sei não, acho que tem gosto de tutti-fruti ou coisa assim...Cerva com gosto de tutti-fruti?!? Como assim, Comadre??Olha, sinceramente, eu não sei o que pensar. Se a dona já tinha bebido demais ou se os tais "papagaios" dão um gosto especial pro alimento que é despejado dentro dele... uia!Senão me engano tem uma simpatia de virada do ano para prosperidade onde você deve tomar a champanhe num urinol (NOVO, diga-se de passagem).Confesso: eu já bebi. E foi estranhíssimo!! Mas... quem não quer prosperidade na vida?!?A entrevista fechou com um senhor mostrando com orgulho o seu penico de alumínio, e dizendo:- Este era da minha bisavó.Confessou com um breve sorriso no rosto que já era usado. "Mas é uma "jóia" de família", argumenta. Foi do meu avô, que passou pro meu pai, e agora é meu. E eu repassarei para o meu filho. Explica o senhor enquanto esta tomando um caldinho, ou coisa do tipo no ilustrado recipiente.A pergunta é: será que a bisa, vovô e/ou papai, também tomavam caldinhos naquela "jóia"?Pra terminar, acho que o tal "Cabra" promotor da irreverente coleção tem razão quando afirma que é difícil um ladrão desenvolver um estratagema para roubar penicos. Afinal, não é nenhum Portinari ou Picasso.. a não ser que um deles tenha sido usado por um destes pintores, por exemplo. Ou ainda, se o ladrão for um mijão, ou... cagão!Lembramos aqui, que cada penico, principalmente os usados, tem a sua história.Filosofem comigo: Quantos traseiros já não abafaram o singelo receptáculo?Pensou?Agora dá licença que vou assentar no meu penico alucinógeno.

Sócrates e Ferreira Leite Apaixonados?

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Barba rija


Fazer a barba é coisa de gajas, ou melhor, é coisa para as gajas fazerem (algumas fazem mesmo... e buço então...). Uma tarefa que exija do homem estar 15m na casa de banho a olhar para um espelho enquanto põe produtos na cara e põem-se bonito é uma tarefa de gaja.

fÓCRATES


O Rei DE cOUCE


Autista



O Hipócrates está fodido, mas como não vê um caralho à frente dos olhos continua sabujo como sempre.

Descansa pá, nas próximas ainda apanhas um banho maior para gáudio dos Portugueses.

PORREIRO, PÁ!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Árvore frutícola



A aldeia está edificada em socalcos, de modo a aproveitar ao máximo as leiras de cultivo adjacentas, e encontra-se envolvida por densa arborização constituída por carvalhos, sobreiros, castanheiros e árvores frutícolas.

A aldeia está acocorada no sopé da Serra de Santa Justa, vertente oriental com o Rio Ferreira que serpenteia a seus pés.

CouceHabitações


O elemento principal empregado na construção das habitações são os blocos de quartzito, maiores ou menores provenientes dos escombreiros ou retirados do leito do Rio Ferreira, assim como a madeira de carvalho e sobreira, a ardósia e o granito. Os telhados são de telha nacional, mais conhecido por telha de caleira e até telha francesa, coexistindo com alguns telhados de ardósia. A cozinha é a parte da casa com maior dimensão e com maior movimento durante o dia. É na cozinha que a família toma as refeições, onde se encontra o forno para cozer o pão e a lareira. É o local de convívio, onde a família, nos dias de chuva, à noite e, principalmente, no inverno se reune junto à lareira.

Palheiro de Couce e respectiva retrete


A actividade económica é a agricultura de subsistência, dominando o minifúndio, que permite a policultura de milho, feijão, centeio, variados produtos hortícolas, vinho, árvores frutícolas, etc. O cultivo de milho assume particular importância, visto o fabrico da boa broa de milho ser uma das actividades mais conhecidas da aldeia.
Na base desta fertilidade está a adubação das terras pelo estrume natural produzido e curtido nas cortes pelo gado; contudo, hoje em dia já se utiliza abudo artificial. Outro contributo fundamental para esta fertilidade é dado pelas várias nascentes que brotam nesta aldeia e irrigam os terrenos sempre verdejantes. Estas nascentes abastecem as necessidades do consumo da população e ainda o lavadouro comum da aldeia.
Couce é pois uma aldeia primitiva, um pouco esquecida que conserva a sua beleza natural permitindo escapar ao stress quotidiano da cidade. Um local a visitar
Cada casa possui um palheiro com as suas eiras de ardósia servindo para guardar cereais, feijão, cebolas, batatas, vinho, feno, etc.

Capela de Couce


Couce é uma aldeia de natureza comunitária situada em Valongo. Perfeitamente isolada no vale do Rio Ferreira, inserida no conjunto montanhoso, formado pela Serra de Santa Justa, Serra de Pias e Serra de Castiçal, apresenta um ar maravilhosamente selvagem e natural. A moeda em circulação é o peso couçano simbolizando o carrego das mulas no tráfego da farinha.